Pois parece que vamos ter uma hora pardacenta! Ai se eu vejo alguém andar aqui à hora do apagão! Ai ai!!
Entretanto podem entreter-se :) com o interruptor virtual sei lá do quê (liga e desliga) mas não façam 'donates' saxafori que eu nem sei de quem é isto, oki??
Saudações reluzentes e até logo! Portem-se bem às escuras looooool e quando saírem apaguem a luz saxafori...
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sábado, 28 de março de 2009
sábado, 28 de junho de 2008
A culpa de ser diferente
A culpa morre solteira – é o que dizem!

Todos temos o direito à indignação, mas na maioria das vezes passamos ao lado, pois como também se costuma dizer: "-pimenta no cu dos outros é refresco no meu!" (não sei onde li isto).
Após ter visto a adesão de outros blogueiros (que muito admiro) ao caso do João Maria, percebi (pois isto com calor é mais lento do que o habitual) que se cada um de nós passar a palavra, talvez um dia as coisas se tornem um pouco mais justas...
Não vamos mais calar a culpa! Visitem, divulguem, apoiem! Aqui
Porque a vida não é só rir e nem todos temos os mesmos direitos, juntos talvez possamos parecer muitos...
Bom fim-de-semana a todos!
terça-feira, 17 de junho de 2008
Gestão por Objectivos

Esta história poder-se-ia ter passado numa qualquer aldeia global, onde por exemplo viviam dois homens que tinham o mesmo nome e duas profissões distintas:
Nome: Joaquim Gonçalves.
Profissões: Um era sacerdote e o outro, taxista.
Quis o destino que morressem os dois no mesmo dia. Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
Pergunta ao primeiro:
- Qual é o teu nome?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote?
- Não, o taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz-lhe:
Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis.
Manda entrar o segundo e pergunta-lhe:
- Qual é o teu nome?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote?
- Sim, sou eu mesmo.
Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso! Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote surpreendido...
- Desculpe, mas deve haver um engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- O padre incrédulo, retorquiu, não pode ser!
- Eu conheço muito bem o outro senhor.
- Ele era apenas um taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias. Conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais.
E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro
- Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão estratégica mais operacional, do que aquela que vocês vêm fazendo lá na Terra.
O padre cada vez mais desorientado, diz não entender!
São Pedro em tom assertivo, passa a explicar:
- Agora orientamo-nos por objectivos. E então é assim:
Durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. Percebeste!! os resultados?
Na filosofia de Gestão por Objectivos!
O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente irrelevante!
Saudações objectivas
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